Na Ásia, a poluição dos carros vira tinta para caneta

Recentemente foi publicado um estudo de pesquisadores chineses, britânicos e chineses em que afirmavam que as mortes ligadas à poluição do ar já somam mais três milhões por ano. A pesquisa levou em consideração 228 países, ou seja, ninguém está a salvo. A questão é preocupante e motiva a busca pelos mais inusitados projetos que possam amenizar o problema. Exemplo disso é a tinta feita a partir das partículas poluidoras.

Desenvolvida pelo indiano Anriduh Sharma, a tinta é produzida por um dispositivo que filtra a fuligem. Esse sistema é acoplado no escapamento dos carros, onde ele armazena os gases poluentes e posteriormente passa por um processo de filtragem e tratamento. A ideia é de fato aproveitar o subproduto da queima de combustíveis fósseis para gerar algo útil.

A fabricante, sediada em Singapura, garante que a técnica desintoxica os metais pesados, partículas carcinógenas da fuligem e que atualmente está em processo de certificação. Batizado de Graviky Labs, a startup nasceu de um trabalho de pesquisa realizado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) formado por Sharma e mais três colaboradores.

O projeto está indo tão bem que a caneta chamada de Air-Link já ganhou até uma campanha de divulgação com a parceria de artistas e uma marca de cerveja asiática.

Publicado em CicloVivo.

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