E se todos seres vivos pudessem produzir luz própria?

Cientistas conseguiriam reproduzir células de luminosidade e aplicá-las em basicamente tudo a fim de substituir a energia elétrica. É como se houvesse um letreiro aceso por peixinhos luminosos ou se uma rua estivesse cercada de plantinhas brilhantes!

19% do consumo elétrico mundial é destinado para gerar luz. E essa quantidade é responsável por 5% da taxa de emissão dos gases de efeito estufa. E se a solução estivesse na própria natureza?

O projeto francês da start up Glowee (nós já falamos deles aqui) aposta na biotecnologia como eletricidade, uma alternativa em desenvolvimento para poupar recursos naturais do planeta com a iluminação. A chave aqui é a bioluminescência: uma reação química luminosa que está presente em forma de gene em diversos organismos como os das lulas e dos peixes.

Ao adicionar esse mesmo gene multiplicado em laboratório em nutrientes e introduzidos de volta à natureza. Assim qualquer coisa viva poderá emitir luz!

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Esta técnica também pode ser aplicada em superfícies e em objetos de impressão 3D, sendo maleável, multifuncional – e autosuficiente. “É possível imaginar um futuro em que qualquer pessoa ou qualquer pequena planta de bioprodução criem suas próprias luzes e as utilizem quando necessário”, diz a CEO da Glowee ao El País, Sandra Rey.

“Não acreditamos que a bioluminescência pode substituir todas as fontes de energia. Em primeiro lugar por causa da intensidade. Por isso consideremos este estudo como uma alternativa e não uma solução radical”.

E eles ainda foram financiados por doações! Esta é a equipe:

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Publicado em Hypeness.

 

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